quarta-feira, 1 de junho de 2011

Fomos para sua casa e olhamos um filme, na verdade ela dormiu e eu fiquei olhando – a e pensando em como viveria sem essa menina, em como meus dias seriam longos e frios longe dela...
Sem que ela percebesse, lentamente movimentei – me e peguei a plaquinha que ganhei de natal, quando toquei em sua escrita: “I Love you” ouvi a música, procurei saber de onde vinha o som, levantei – me e coloquei no bolso a plaquinha, e então não escutei mais...
Sentei novamente perto dela e então ela acordou, me abraçou dizendo que eu não precisava ter medo, que logo ela iria se curar...
Até hoje ouço dizer: “Vai ficar tudo bem, não precisa chorar...
Passei aquela noite com ela, ela dormia como um anjo. Eram exatamente duas da manhã quando ouvi barulho na porta, Sr Osvaldo reclamou e então tranqüilizei – o e fui ver quem era, era Jéssica.
- Mas que ótima recepção, meu cunhadinho gostosinho me recebendo? – Disse ela soltando uma risada irônica.
- Me poupe. – Falei trancando a porta e indo para o quarto de Milene, quando abro a porta do quarto sinto alguém me puxar pelo braço e quando olho, Jéssica me beija.
Uma coisa nojenta, eu tentava empurrar seu corpo mas ela me segurou como se eu fosse a mulher e ela o homem, quando aquele pesadelo realmente acabou, começou outro, Milene tinha visto.
- O que está acontecendo? – Perguntou ela em prantos?
- Meu amor não é nada disso que você está pensando, eu... – Jéssica não me deixou terminar de falar
- É isso sim maninha, enquanto você está aí quase morrendo, eu me aproveito do seu namoradinho. – Vomitou as palavras irônicas.
- Não Milene, por favor, não acredite... – Supliquei caindo aos prantos de joelhos.
- Mana não acredita nessa cretina. – Ouvi uma voz masculina de criança, era Roberto, que graças a Deus tinha visto tudo.
- Eu vi maninha, ele não tem culpa. – Disse novamente.
- Eu te mato fedelho. – Gritou Jéssica drogada indo ao seu encontro, porém segurei – o e levei – o a sua cama.
Sr Osvaldo expulsou Jéssica de casa aquele dia, ela havia ultrapassado todos os limites.
O coração de Milene estava acelerado e segundo ela, muito sufocado, ela tomou os remédios e dormiu um tempo mais.
Eram 9 horas quando tomei café com Dona Joana, Sr Osvaldo e Roberto. Era uma mesa triste e ao mesmo tempo de muita raiva por parte de Sr Osvaldo, Dona Joana muito meiga fitou – me triste e disse:
- Por que está se martirizando?
- Eu amo a sua filha Dona Joana e vou lutar por ela até o meu ultimo suspiro de vida. – Respondi.

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