Minutos depois, no celular com o senador
- Alô, quem é?
- Oi Senador, sou eu, Jéssica, irmã da sua nora. – falei debochadamente.
- O que você quer sua... – interrompi – o
- Estou aqui na frente da sua casa, venha aqui que eu te falo. – falei sedutoramente.
Ele desligou o celular, enquanto ele não chegava, arrumei meu vestido que era bem curto, arrumei o decote e então ele chegou, me olhou dos pés a cabeça e me carregou para o seu carro, sentada no banco do carro ele falou – me:
- Você é muito gostosa menina!
- E estou ai, para servi – lo. – respondi, ele puxou – me, agarrando minhas pernas e passando os bigodes em meu pescoço, falou:
- Safada! Ficamos horas dentro daquele carro, depois conversamos, e tratamos do nosso plano.
- E ai? Já sabe o que vamos fazer? – perguntei
- Claro que sim menina, mas você terá que ter sangue frio. – falou
- Conte – me – pedi.
- Vamos preparar uma armadilha para sua doce e adorável irmãzinha, e vamos afoga – la no amargo mar da vida. – Contou – me ele sarcasticamente.
- Brilhante idéia, aquela menina sempre tirou meu lugar, com aquela beleza sonsa dela.
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